Centros de Dados: O que são (e o que não são) – Parte II

Uma série breve e didática, focada na infraestrutura física dos Centros de Dados, para clarificar conceitos e separar factos de interpretações.

No artigo anterior vimos que um Centro de Dados é um investimento imobiliário e infraestrutural: uma infraestrutura (construída ou adaptada) para alojar/hospedar computadores.

Seguindo a analogia com um Hotel, para além de oferecer condições para acomodar os seus hóspedes (computadores e outros equipamentos informáticos), um Centro de Dados também tem de garantir outros serviços:

  • Alimentação (elétrica)
  • Climatização e controlo ambiental
  • Segurança
  • Comunicações
  • Limpeza
  • Apoio técnico e logístico

Neste artigo vou focar-me nas condições físicas de acomodação dos computadores e outros equipamentos informáticos. Em publicações posteriores abordaremos as infraestruturas que garantem os serviços referidos.

Num Centro de Dados, os equipamentos são colocados em armários específicos para o efeito (também chamados ‘bastidores’ ou ‘racks’); esses armários são colocados em salas ou ‘halls’.

Um Centro de Dados pode ser constituído por vários edifícios (ou módulos), cada módulo pode ter várias salas, cada sala pode conter dezenas ou centenas de bastidores, cada bastidor pode conter algumas dezenas de equipamentos, como computadores, unidades de disco ou firewalls.

Tipicamente, os bastidores são dispostos lado-a-lado, contiguamente, formando filas nas referidas salas, e as filas de bastidores são separadas entre si por um espaço livre a que se chama ‘corredor’. Os corredores podem servir para a circulação de técnicos ou para garantir fluxos de ar para arrefecimento. A climatização destas salas é, em si só, um vasto tema que abordaremos noutra publicação.

Os bastidores mais comuns têm dimensões, em centímetros, de cerca de 60 (largura) x 190 (altura) x 80 (profundidade), embora existam outras dimensões padronizadas. Atualmente, a maioria dos equipamentos são fabricados com dimensões normalizadas, adequadas para serem inseridos, como se fossem gavetas, na estrutura interna de um bastidor.

O espaço em altura disponível dentro de um bastidor é, habitualmente, medido em ‘rack units’ ou U’s. Cada U corresponde a 1,75 polegadas (aprox. 44,45 mm) e os bastidores mais comuns oferecem 42 U’s. Por isso, o espaço em altura ocupado por um determinado equipamento num bastidor é, habitualmente, referido em U’s.

Os equipamentos podem exigir 1, 2, 3 ou mais U’s, dependendo da sua dimensão e de outros fatores, o mais relevante dos quais é a necessidade de arrefecimento/dissipação de calor. Isto é, a densidade de equipamentos dentro de um rack deve levar em conta as suas necessidades de arrefecimento o que, por vezes, obriga a deixar U’s desocupados para circulação de ar.

Geralmente, na parte de trás dos equipamentos, existe espaço livre no bastidor para passagem de cabos de alimentação, de redes de dados e de interligação dos equipamentos instalados

Habitualmente, os armários têm portas com chave de acesso (que pode ser uma chave física, um código ou um dado biométrico), que limitam o acesso aos equipamentos de pessoas não autorizadas. Os painéis dessas portas costumam ser constituídos por uma ‘grelha’, mas também podem ser em vidro, dependendo do método utilizado para climatização.

Por questões de normalização estética e de organização de espaço, os bastidores costumam ser disponibilizados pelo próprio Centro de Dados. Porém, em alguns casos, existe a possibilidade de os Clientes usarem os seus próprios bastidores.

Qualquer entidade pode decidir ter a sua infraestrutura de hardware alojada num Centro de Dados. Essa decisão é ponderada por muitos fatores, incluindo custos alternativos de investimento numa zona técnica própria, garantia de alimentação elétrica ininterrupta, certificações de segurança do Centro de Dados, conectividade a parceiros de negócio que usem o mesmo Centro de Dados, etc.

Atualmente, os dois principais fatores que determinam o custo de alojamento num Centro de Dados são i) o espaço exigido pelos equipamentos e ii) os requisitos de alimentação elétrica (potência e consumo).

A necessidade de otimizar espaço faz com que seja habitual que, numa mesma fila de bastidores, ou até num mesmo bastidor, se encontrem alojados equipamentos de diferentes entidades. Neste último caso, de bastidor partilhado por mais do que uma entidade, existem várias portas no bastidor, de forma que cada entidade só tenha acesso aos seus equipamentos. O mais habitual é que os Centros de Dados ofereçam alternativas de ‘meio rack’ (20 ou 21 U’s) ou ‘um quarto de rack’ (10 ou 11 U’s).)

Para empresas que têm necessidade de segurança acrescida, também existe a possibilidade de contratar áreas exclusivas, que podem ir de uma área isolada numa sala até uma sala inteira dedicada a uma só entidade. Uma área isolada numa sala costuma ser delimitada por ‘paredes’ em rede metálica e, por essa razão, costuma chamar-se ‘cage’ ou ‘gaiola’. Esta gaiola tem uma porta com fecho, de forma a limitar o acesso apenas a pessoas autorizadas. Habitualmente, a responsabilidade de montar estas gaiolas é da responsabilidade do Centro de Dados.

Num próximo artigo abordaremos o outro principal fator de preço, potência e consumo elétrico.

Então, agora já sabe:

  • Um Centro de Dados → várias salas
  • Uma sala → dezenas ou centenas de bastidores
  • Um bastidor → até dezenas de equipamentos informáticos
  • Quem pode utilizar um Centro de Dados → qualquer entidade que aí deseje alojar equipamentos informáticos
  • Custo de alojamento → depende do espaço exigido pelos equipamentos e dos requisitos de energia, existindo, habitualmente, patamares mínimos

Por Paulo Simões, Fundador da Cloud365

Centros de Dados: O que são (e o que não são) – Parte I

Uma série breve e didática, focada na infraestrutura física dos Centros de Dados, para clarificar conceitos e separar factos de interpretações.

Tenho visto um número crescente de publicações no LinkedIn (e noutras redes) sobre Centros de Dados. Com os investimentos recentes e anunciados em Portugal e Espanha, é compreensível que o tema tenha maior visibilidade.

Trabalho em Tecnologias de Informação e Comunicações há quase 40 anos e, durante grande parte desse percurso, estive ligado (direta e indiretamente) a organizações que operavam/operam Centros de Dados. Também fui docente universitário como Professor Assistente Convidado e, durante 11 anos, lecionei cadeiras na área das TIC.

Nas redes sociais há conteúdo excelente sobre o tema e também muitas dúvidas e interpretações diferentes. Por isso, vou publicar uma pequena série de artigos, de tom didático, pensada sobretudo para não informáticos. Considero esta iniciativa uma modesta contribuição para lançar alguma luz sobre o tema.

Vou tentar responder, de forma simples, a perguntas como:

  • O que é (mesmo) um centro de dados?
  • Para que serve e quem o utiliza?
  • Que benefícios objetivos traz?
  • Quem pode utilizar e qual o modelo de preços?
  • Que impactos/externalidades devemos considerar?

Começo por tentar desmontar um mito comum: assumir que um centro de dados é, sobretudo, “um investimento em tecnologia de processamento de dados”.

Na prática, um Centro de Dados é um investimento imobiliário e infraestrutural: uma infraestrutura (construída ou adaptada) para alojar computadores. Tal como um edifício de hotel é uma infraestrutura para alojar hóspedes.

Este ponto é importante: tal como na hotelaria, onde o proprietário do imóvel, o prestador dos serviços e os utilizadores são entidades diferentes, nos Centros de Dados as seguintes funções podem ser (e muitas vezes são) desempenhadas por entidades diferentes:

  • quem constrói / detém / mantém a infraestrutura física (o edifício propriamente dito);
  • quem detém / opera / mantém os sistemas informáticos e presta serviços de computação;
  • quem consome a capacidade de computação.

Um bom exemplo, referido com frequência ultimamente, é o que se tem chamado “Centro de Dados da Microsoft em Sines”. Na prática, os papéis estão separados:

  • Edifício / infraestrutura física: propriedade e operação da empresa Start Campus.
  • Computadores: Propriedade, operação e manutenção da empresa Nscale.
  • Consumo da capacidade de computação: Microsoft e seus Clientes (contrato plurianual da Microsoft com a Nscale).

Daí que, quando se fala em “Centro de Dados da Microsoft/Amazon/Google”, nem sempre se esteja a falar de um edifício que essas empresas detêm. Na maioria das vezes, o proprietário do Centro de Dados é independente e, no mesmo edifício, podem coexistir ambientes de computação contratados por várias empresas.

Nesta série, quando mencionarmos “Centro de Dados”, estaremos a referir-nos à infraestrutura física onde os computadores são instalados ou, na terminologia dos Sistemas de Informação, onde são alojados ou hospedados.

Por agora é tudo. Encontramo-nos no próximo artigo.

Por Paulo Simões, Fundador da Cloud365

Eliminar Barreiras: O Encaminhamento Inteligente de Chamadas simplificado

No mundo empresarial dinâmico de hoje, a inovação não é apenas uma escolha – é um imperativo. As empresas que procuram não apenas a sobrevivência, mas o sucesso sustentado, estão a abraçar a inovação em todos os aspectos das suas operações, desde os fluxos de trabalho internos até às interações com clientes. Nesta senda, o Encaminhamento Inteligente de Chamadas permite otimizar a maneira como as empresas os seus clientes. Não se trata apenas de atender telefonemas; trata-se de revolucionar a experiência do cliente e impulsionar os resultados do negócio.

A Essência do Encaminhamento Inteligente de Chamadas

O Encaminhamento Inteligente de Chamadas é uma abordagem estratégica que garante que as chamadas são direcionadas para a pessoa certa, no momento certo e no local certo. Imagine um cliente de Tóquio que liga para a sua empresa e a chamada é encaminhada para o seu representante de vendas de Nova York, que é especialista em mercados japoneses. Este toque personalizado não apenas melhora a satisfação do cliente – transforma contactos de clientes em oportunidades.

Navegando nos Mercados Globais com Números Inbound

No cerne do Encaminhamento Inteligente de Chamadas estão os Números Inbound, também conhecidos como Números Inteligentes. Estas portas digitais capacitam a sua empresa com uma presença local em diversos mercados de todo o mundo. Imagine ter números locais em regiões globais chave, cada um a atuar como porta de entrada para o seu negócio. Agora, imagine essas chamadas a ser encaminhadas inteligentemente com base em critérios pré-definidos. Uma chamada de Paris pode ser encaminhada para a equipa de idioma Francês de um call center global, enquanto uma chamada de São Paulo pode encaminhar-se  para a sua equipa de vendas brasileira.

Elevando o Envolvimento do Cliente

A satisfação do cliente é objetivo de qualquer negócio bem-sucedido. Com o Encaminhamento Inteligente de Chamadas, os seus clientes também podem ser recebidos por um “concierge” virtual – um sistema de Resposta de Voz Interativa (IVR) que compreende as suas necessidades e direciona para o departamento certo. Seja vendas, suporte técnico ou gestão de contas, cada chamada é uma experiência personalizada.

Uma Sinfonia de Funcionalidades

A verdadeira magia do Encaminhamento Inteligente de Chamadas reside na sua versatilidade. Aqui está um resumo dos poderosos recursos que capacitam o seu negócio:

  • PBX Virtual: Um sistema baseado na cloud que gere de forma perfeita as chamadas de entrada dos números de telefone de toda a sua organização, garantindo uma comunicação eficiente e ininterrupta. Com a crescente prevalência do trabalho remoto, as chamadas de entrada podem ser encaminhadas sem esforço para qualquer parte do mundo, com base nas regras facilmente configuradas no Portal PBX Virtual. O PBX Virtual oferece uma série de recursos, incluindo correio de voz para e-mail, fax para e-mail, Resposta de Voz Interativa (IVR), saudações personalizadas, agendamento de hora/dia, encaminhamento de chamadas e relatórios em tempo real.
  • Números Gratuitos: Ao disponibilizar aos clientes uma maneira conveniente de entrar em contacto com a sua empresa sem incorrer em custos, os números gratuitos também permitem que atenda chamadas de qualquer lugar. Isto significa que os clientes podem conectar-se com os seus serviços ligando para números locais gratuitos, o que derruba barreiras e melhora a acessibilidade.
  • Números de Telefone Locais: Reconhecendo que o toque pessoal importa, os números de telefone locais estabelecem uma sensação de familiaridade e confiança que incentiva até mesmo os hesitantes a conectar-se. Correspondendo ao formato de número local, com os códigos de cada área, estes números criam uma ponte perfeita entre o seu negócio e os seus clientes. Além disso, como são baseados na cloud, não é necessário ter uma presença física em cada cidade – as chamadas podem ser encaminhadas para todo o mundo com facilidade.
  • Atendedor Automático Digital: Pense nisto como um recepcionista virtual para o seu sistema de telefone. Atende chamadas, interage com os clientes e encaminha-os para o departamento ou membro da equipa apropriado. Por exemplo, “Pressione 1 para vendas, 2 para suporte ao cliente.” Isto resulta em fluxos de chamadas mais eficientes para os clientes e elimina o tempo desperdiçado na transferência de chamadas internas.

Um Vislumbre do Futuro

À medida que as empresas continuam a evoluir, o Encaminhamento Inteligente de Chamadas mantém-se na vanguarda da inovação centrada no cliente. O poder de conectar os clientes independentemente da geografia é um fator transformador que abre portas a novas possibilidades. Não se trata apenas de atender chamadas; trata-se de transformar interações em relações e consultas em oportunidades.

Pronto para Transformar a Sua Estratégia de Comunicações?

Está preparado para entrar num mundo onde as interações com os clientes transcendem fronteiras? A Cloud365 é a sua parceira nesta jornada. A nossa gama de Números Inbound, incluindo números geográficos locais, números gratuitos e números de custo partilhado, oferece uma solução completa para empresas que procuram elevar a sua comunicação e obter um envolvimento incomparável dos clientes. Entre em contacto connosco e embarque numa viagem incrível.

O que são serviços Bare Metal e por que pode ser uma excelente escolha para aplicações de alto desempenho

No cenário digital atual, a procura por aplicações de alto desempenho está em constante crescimento. Seja para tarefas intensivas em recursos ou aplicações sensíveis à latência, as empresas precisam de soluções robustas de infraestrutura para responder a esses requisitos. É aqui que entram os serviços Bare Metal – uma alternativa poderosa no campo do cloud computing. Neste artigo, vamos explorar o que são e por que podem ser uma excelente escolha para aplicações de alto desempenho.

Os serviços Bare Metal, também conhecidos como Hardware-as-a-Service (HaaS), oferecem aos utilizadores servidores físicos dedicados em vez de ambientes virtualizados nos quais os recursos são partilhados com outros utilizadores. Ao contrário da infraestrutura tradicional na cloud, os serviços Bare Metal eliminam a camada de hipervisor, permitindo que as aplicações acedam diretamente ao hardware subjacente.

Uma das principais vantagens é o desempenho que oferecem. Sem a sobrecarga da virtualização, as aplicações podem aproveitar todo o potencial do hardware dedicado. Isto torna os serviços Bare Metal ideais para tarefas que exigem recursos computacionais substanciais, como cálculos complexos, processamento de dados em grande escala ou análises em tempo real.

Além disso, proporcionam um maior controlo e flexibilidade: a liberdade de personalizar a infraestrutura de acordo com requisitos específicos, selecionando a configuração de hardware, sistema operativo e conjunto de software desejados. Este nível de controlo permite que as empresas otimizem o ambiente para obter o melhor desempenho e endereçar as necessidades únicas das suas aplicações.

Os serviços Bare Metal destacam-se em vários casos de uso que exigem alto desempenho. Setores como jogos, serviços financeiros, pesquisa científica e redes de distribuição de conteúdo (CDNs) dependem amplamente da infraestrutura Bare Metal para obter resultados excecionais.

Desbloquear o Potencial de Desempenho

Potência de Computação Bruta: Os serviços Bare Metal oferecem acesso a recursos de hardware dedicados, fornecendo potência computacional bruta sem a sobrecarga da virtualização. Este acesso direto ao hardware permite que as aplicações aproveitem todo o potencial das CPUs, memória e operações de I/O de disco. Como resultado, as aplicações de alto desempenho podem executar cálculos complexos e tarefas intensivas em dados de forma mais eficiente.

Melhoria no Desempenho de I/O e Rede: Em ambientes virtualizados, as aplicações competem pelos recursos partilhados de I/O e rede. Com os serviços Bare Metal, as aplicações podem alcançar um melhor desempenho de I/O e rede devido ao acesso direto aos componentes de hardware. Interfaces de rede dedicadas e opções de maior largura de banda estão disponíveis, reduzindo a latência e facilitando a transferência de dados sem interrupções. Isto é crucial para aplicações que dependem do processamento de dados em tempo real ou que requerem comunicação em alta velocidade.

Personalização e Escalabilidade: Os serviços Bare Metal oferecem opções de personalização e escalabilidade, permitindo que as empresas adaptem a infraestrutura às suas necessidades específicas. Os utilizadores podem selecionar configurações de hardware que correspondam às necessidades da sua aplicação, adicionar componentes de hardware especializados, como GPUs ou FPGAs, e otimizar o ambiente para obter o melhor desempenho. Esta flexibilidade permite que as empresas dimensionem a sua infraestrutura à medida que as exigências da aplicação aumentam, garantindo alto desempenho em qualquer escala.

Gestão e Controlo

Controlo Avançado: Os serviços Bare Metal oferecem às empresas um alto grau de controlo sobre a sua infraestrutura. Os utilizadores podem escolher o sistema operativo preferido, instalar software personalizado e configurar o ambiente de acordo com as suas preferências. Este nível de controlo permite ajustar a infraestrutura para maximizar o desempenho e responder às necessidades específicas da aplicação.

Melhoria na Segurança: Os serviços Bare Metal oferecem recursos de segurança avançados em comparação com ambientes partilhados. Com hardware dedicado, as empresas podem isolar as suas aplicações e dados, reduzindo a superfície de ataque e melhorando a proteção geral dos dados. Além disso, os serviços Bare Metal são particularmente vantajosos para setores com requisitos rigorosos de conformidade, pois proporcionam um maior controlo sobre as medidas de segurança e permitem que as organizações cumpram os padrões regulatórios.

Getting IT Done for You

Gerir servidores Bare Metal requer esforços administrativos adicionais. Tarefas como monitorização de hardware, aplicação de patches e atualizações de sistema tornam-se responsabilidade da organização. Para aliviar esses desafios, as empresas podem contar com um fornecedor confiável ou optar por serviços Bare Metal geridos. Os Serviços Geridos oferecem suporte para lidar com as operações diárias, garantindo que a infraestrutura seja mantida, segura e atualizada. Isto é exatamente o que a Cloud365 tem feito com diversos clientes. Os nossos serviços Bare Metal, juntamente com o Equinix Metal, proporcionam total tranquilidade, pois tomos conta de tudo para si com tecnologia de ponta.

Alugamos servidores Bare Metal de acordo com as suas especificações, em Data Centres estrategicamente localizados em todo o mundo. Não precisa se preocupar em comprar, enviar e instalar hardware, nem em contratar espaço de colocação e energia. Basta escolher a configuração que melhor se adapta às suas necessidades e pode estar em funcionamento em questão de horas.

Temos a flexibilidade de ajustar a configuração de acordo com as suas necessidades, para que não fique preso a um número limitado de configurações padrão. E, é claro, combinamos com opções de conectividade de classe mundial. Se está à procura de um desempenho de aplicação ideal na cloud, vamos falar sobre os seus desafios específicos para prepararmos uma proposta personalizada.

VPN-as-a-Service como solução pronta a usar para um trabalho híbrido eficaz num ambiente multi-cloud

As Redes Privadas Virtuais (VPNs) existem há bastante tempo, mas a evolução nos últimos anos tem sido surpreendente. Mais de três décadas após a sua introdução como um software que estabelece uma ligação protegida ao utilizar redes públicas, o foco deslocou-se do Data Centre da empresa para a imensidão da cloud.

As VPNs são essenciais para as empresas e, à medida que migram os seus sistemas dos centros de dados locais para a cloud, a abordagem também precisa de se adaptar. Além disso, existem desafios associados ao aumento do trabalho remoto/híbrido. As soluções de Cliente VPN legadas e a tradicional rede corporativa WAN não conseguem endereçar as suas necessidades devido a dois problemas arquiteturais:

  • A experiência do trabalhador remoto está totalmente dependente das localizações dos servidores VPN e do desempenho da Internet, o que não permite às empresas garantir efetivamente a experiência do utilizador e/ou obter visibilidade sobre o desempenho das aplicações.
  • Ao forçar todo o tráfego para qualquer localização centralizada do Concentrador VPN, as aplicações na cloud tendem a sofrer problemas de desempenho e os serviços de colaboração em tempo real muitas vezes tornam-se inutilizáveis.

A cloud e os modelos de trabalho flexíveis vieram para ficar, então como se adaptar da melhor maneira possível? Com uma nova abordagem arquitetural para o Cliente VPN que aborda esta rede corporativa ampliada.

O CAMINHO PARA UM VPNAAS EFICAZ

Passar de uma solução de Cliente VPN centrada na empresa para uma abordagem distribuída baseada na cloud – VPN-as-a-Service – pode ser um desafio, e é por isso que é importante escolher um parceiro que possa fornecer uma solução completa pronta a usar e um serviço gerido. Ou seja, um parceiro que cuide de tudo, simplifique a sua vida e lhe dê tranquilidade, garantindo que o seu colaborador”em qualquer lugar” esteja capacitado e que a sua rede esteja protegida e com máxima eficiência.

Da teoria à prática, sobre o que estamos a falar? Bem, sobre o SmartSecure Private Access da Aryaka – líder em soluções WAN totalmente geridas com foco na cloud. Na Cloud365, temos implementado com sucesso em vários clientes e a sua empresa pode ser a próxima.

O SmartSecure Private Access é uma espécie de solução de Cliente VPN baseada na cloud distribuída, implementada para garantir conexões seguras e rápidas entre utilizadores remotos e aplicações corporativas, onde quer que essas aplicações estejam hospedadas. O SmartSecure Private Access combina flexibilidade da Internet com uma rede privada global de alto desempenho, proporcionando conectividade multi-cloud rápida, estável e determinística para utilizadores remotos em todo o mundo.

Construído com base nos princípios arquiteturais de SD-WAN (Software-Defined Wide Area Network) e SASE (Secure Access Service Edge) e fornecido como um serviço totalmente gerido, é feito à medida para as organizações atuais que desejam transformar os seus colaboradores remotos em “cidadãos de primeira classe” com acesso seguro e de alto desempenho às aplicações corporativas.

Principais características incluem:

  • Flexibilidade sem precedentes: Independentemente da localização ou tipo de aplicação acedida, os colaboradores móveis e remotos podem desfrutar de uma experiência segura e de alto desempenho, de qualquer lugar do mundo.
  • Desempenho de aplicação altamente previsível e determinístico: As empresas podem evitar os problemas de tráfego do utilizador que depende exclusivamente do “best-effort” da Internet como transporte para aplicações na cloud e locais.
  • Integração com sistemas de autenticação de utilizadores corporativos, como o Microsoft Active Directory: É possível reutilizar políticas já implementadas na sua organização.
  • Integração com o Aryaka Secure Web Gateway: Utilizadores e dispositivos estão completamente seguros ao aceder a serviços na Internet pública.
  • Simplicidade operacional e visibilidade com TCO mais baixo: Com serviços totalmente geridos, simplifica e reduz significativamente o custo total de propriedade.

É assim que o SmartSecure Private Access permite a Rede Corporativa Ampliada e pode aproveitá-la rapidamente com a Cloud365. Juntamente com a Aryaka, estamos a redefinir os serviços VPN na era da cloud e do trabalho híbrido. Não espere mais para dar o salto – fale connosco e descubra o que podemos fazer por si.